Ele foi um de nós…

JesusNão temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas. HEBREUS 4.15

Quando decidiu revelar a si mesmo, Deus o fez (surpresa de todas as surpresas) através de um corpo humano. A língua que chamou o morto publicamente era uma língua humana. A mão que tocou o leproso tinha sujeira debaixo das unhas. Os pés sobre os quais a mulher chorou eram calejados e poeirentos. E suas lágrimas — oh, não esqueça das lágrimas — elas vieram de um coração tão partido quanto o seu ou o meu já estiveram. Por isso, as pessoas iam até ele. Puxa, como elas iam até ele! Elas o convidavam a ir à casa delas e colocavam os filhos aos pés dele. Por quê? Porque ele se recusou a ser uma estátua numa catedral ou um sacerdote num púlpito elevado. Em vez disso, ele escolheu ser Jesus. Não existe nenhum sinal de alguém que tenha ficado com medo de se aproximar dele. Houve aqueles que o entenderam mal. Houve aqueles que tiveram inveja dele. Houve aqueles que não o entenderam. Houve aqueles que o respeitaram. Mas não houve nenhuma pessoa que o considerasse santo demais, divino demais ou celestial demais para ser tocado. Não houve ninguém que tenha relutado em se aproximar dele com medo de ser rejeitado. (Texto de Max Lucado – Bom dia)

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